Porto do Rio Grande sedia início de operação de transporte inédita

[:br]O Porto do Rio Grande é o ponto de partida para uma operação de transporte considerada a maior já realizada no Brasil. A última peça do lote que será transportado para a Refinaria Alberto Pasqualini (REFAP) já foi descarregada no Porto Novo.

Porto do Rio Grande é o ponto de partida para uma operação de transporte considerada a maior já realizada no Brasil. Neste sábado (4), foi descarregada no cais do Porto Novo a última peça do lote que será transportado para a Refinaria Alberto Pasqualini (REFAP), em Canoas. A previsão é de que o deslocamento tenha duração de até nove dias, sendo dois por via fluvial e sete dias via rodoviária.

Os equipamentos vindos da Itália serão utilizados no projeto de ampliação da refinaria. Desses, já estavam armazenados no porto, dois tanques de 14m de comprimento, 8,50m de altura e 51 toneladas e um tanque de 13m de comprimento, 6,80m de altura e 27 toneladas. Neste final de semana, o maior equipamento com 82 toneladas foi descarregado do navio HC Melina, um vaso de 13,5m de comprimento e 7,70m de altura.

Segundo a empresa Sagres, responsável pela logística da operação no porto, o transporte das peças deve ser realizado nesta semana, após a liberação da Receita Federal. No porto, os equipamentos serão colocados através de guindastes em uma barcaça, cujo deslocamento será realizado até a cidade de Triunfo. Depois, as peças serão transportadas em três veículos até Canoas. A altura que os equipamentos atingem sobre os veículos é equivalente a um prédio de 4 andares.

Para garantir a segurança durante a operação, haverá escolta da Polícia Rodoviária Estadual e Polícia Rodoviária Federal e de empresas credenciadas. Além disso, devido à altura dos equipamentos serão necessárias interrupções de energia elétrica e telefônica e também algumas interrupções de trânsito e desvios ao longo das rodovias. O planejamento de logística foi elaborado pelo grupo Darcy Pacheco.

O Superintendente do Porto do Rio Grande, Dirceu Lopes, avaliou a importância desse transporte inédito. “Esta operação mostra que podemos bem otimizar os modais. Em uma mesma operação temos a navegação de longo curso e o uso da hidrovia com a complementaridade da rodovia, demonstrando que a multimodalidade atende aos aspectos econômicos e ambientais da operação”, disse.

Assessoria de Comunicação Social da SUPRG[:]

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